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Lógico que você merece ser feliz Um sonho é para ser realizado, e o seu está cada vez mais maduro. Tenha atitudes positivas: a noite você sonha, de dia realize. Eleve seu pensamento a Deus diariamente e agradeça tudo que conquistar.
Por favor, não se compare com ninguém . Entenda de uma vez por todas que você é único. Lance seu desafio ao Universo e diga: Agora é a minha vez!
Sua determinação é do tamanho da sua necessidade. Uma estrada só se vence quando se dá o primeiro passo o sem olhar para a distância. As boas novas se conquistam com pequenos gestos.
Faça de cada dia, um novo dia de vitória. Esqueça o passado, perdoe! Liberte -se de qualquer amarra que possa te segurar no cais da tristeza. Insista mais um pouco, dê mais um passo. Cuide de seus pensamentos e suas palavras. Use tudo com bom senso. Invista na sua paz, diga não quando precisar. Dedique alguns minutos para cuidar de você diariamente. Apaixone-se por tudo o que for fazer. Compre a idéia. Vista a camisa. Definitivamente, eu não conheço ninguém mais pronto para prosperar. E ser feliz , é a escolha que te cabe nesse momento. Você merece!
(Procura-se a autoria) |
Postado por Melodi@ às 22:20:12
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Apenas postando para agradecer este lindo presente que ganhei da Sueli, é com muito orgulho que posto aqui. Obrigado de coração. e aproveitem para visitar o blog dela, basta clicar aqui.
Postado por Melodi@ às 16:09:39
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Ouvindo as nossas intuições, podemos escutar, com precisão, a voz que vem de dentro:
... A Voz do Coração!
Nunca deixe de fazer algo de bom que
seu coração lhe pede.
O tempo poderá passar...
E a oportunidade também !!!
Não esqueça de que:
META - a gente busca; CAMINHO - a gente acha; DESAFIO - a gente enfrenta; VIDA - a gente inventa; SAUDADE - a gente mata; SONHO - a gente REALIZA
AMIGOS,
a gente guarda do lado esquerdo do peito, dentro do coração...
Postado por Melodi@ às 12:22:25
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Um copo de loira gelada, suficiente para gelar-nos, trazer tanta dor, minar um grande amor. Um dia, me beija e me ama, n'outro, me odeia e engana-me; dois homens em um: um, morre por mim, o outro, mata-me assim... Um, quer dar-me à lua, o outro, a rua... Um, preenche-me a alma, o outro, rouba-me a calma... Na boca que um dia teve mel, noutras, provei o gosto do fel; destilado de cicuta que matou-nos; corroeu o melhor dos homens que nele habitava. Dos goles de veneno gelado, sorvi gota-a-gota de tua boca, fiquei zonza, de ressaca, quase louca; perdi o prumo e o rumo... Um copo de loira gelada, pedaços de vida na calçada sonhos estraçalhados, restos de teu tóxico em mim! (Vanderli Medeiros)
Postado por Melodi@ às 13:34:22
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Se você tem mais... de 40 anos, você lembra... Sons de músicas e rocks... Palavras inocentes. Lembranças... Rebeldes... anjos, mas rebeldes... Era assim naquela época... Canções de protesto... mas de amor puro e verdadeiro. Imagine: “Sr. Carteiro, me entregue a carta do meu amor...” é o que diz a canção... Mr Postman... Era tão gostoso dançar de rosto colado ouvindo: “Je t ´aime moi non plus” quase sem sair do lugar... grudado no chão... corpo colado... entre suspiros e beijos “roubados”, que eram “roubados” de verdade. A gente queria dar o beijo, mas sempre fingia que não. E aquela inocência dos primeiros toques... um arrepio na espinha. Rosto vermelho de extremo pudor... não sabia como disfarçar... sentindo tudo e querendo tudo, mas sem querer se entregar. Que roupa colocar? Um apropriado ”Inferno de Dante”. Batom... perfume... sapato alto... vestido vermelho... que lindos! A gente ficava linda mesmo. Eram os “Bailes de Formatura”, “Bailes de 15 anos”, os “saraus” aos domingos, fumar escondido... tomar “hi-fi”, “cuba libre”... disco novo dos Beatles. Uma disputa colossal... saber todas as músicas de cor. Aprender inglês... Todo mundo tinha uma “banda”, todo mundo tocava violão. Faziam-se versos... namorava-se... Olhares de soslaio... nada de “encarar”. Sutilmente dizendo, “eu quero”, e “eles” sabiam muito bem como chegar. Não sei como é que faziam... isso sempre me intrigou. Mas era uma química, uma fusão de sentimentos. Na verdade, uma explosão deles. E nos bailes... Tinha aquela história de “tirar a menina para dançar”... E era um “vexame” ficar sentada... Luz que girava...Luz Negra... e se não se tomasse cuidado, ficava aparecendo tudo... calcinha e soutien... um horror! Vi muitas meninas terem de ir para casa para se trocar... Roupas coloridas, todos de cabelos compridos, meninos e meninas, de costas não se sabia quem era quem... O símbolo "V" nos colares, anéis, brincos e qualquer tipo de enfeites e bugigangas... Paz e Amor! Dançar sozinhos... separados “Sugar, Sugar”. Voltar à pé pra casa, suados, cansados... com os sapatos nas mãos... todos. Encher o quarto de fotos dos artistas preferidos... Ter um caderno de perguntas e respostas... Eram tão engraçadas as perguntas... Melhores ainda eram as respostas. Todas as meninas tinham um. E tinham também os “códigos”... A gente inventava...só para ninguém saber, se por acaso caísse em "mãos erradas", que, normalmente, era a mãe da gente. Ler romances... Roubar as “revistinhas indecentes” dos irmãos mais velhos. Andar de ônibus... sentar na janelinha, ou no último banco, só porque pulava pra caramba! (Naquela época quase ninguém tinha carro.) Ir ao cinema aos sábados e não ter o dinheiro da passagem de volta porque gastou no “drops dulcora” ou na caixinha de “chocolate com passas ao rum”. Assistir aos filmes de Jerry Lewis ou do 007... dar risada de todo mundo na rua, no cinema... na escola... rir o tempo todo... Assistir sessão da tarde... Preocupações ??? Quais ??? Um dia...uma notícia dada na TV: “O mundo vai acabar.” Olhamos uns para os outros e sabe o que a gente fez? Foi pra rua jogar voleibol... no meio da rua... sim, no meio da rua... era onde sempre podíamos jogar... nada de carros... e sabe o que aconteceu ??? O mundo não acabou, nem aquele dia, nem quando passou o ano 2.000. O que talvez tenha acabado foi a inocência... a irreverência sem maldade...a rebeldia comportada... porque, tudo aquilo, era o jeito de sermos felizes... Lembranças que só tem, quem viveu tudo isso... Só quem viveu essa época, (eu vivi) é que pode sentir e saber, o que é dançar ao som de “I wanna hold your hand”. Que saudades...
Postado por Melodi@ às 18:10:36
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Você está sozinho. Você e a torcida do Flamengo. Em frente à tevê, devora dois pacotes de Doritos enquanto espera o telefone tocar... Bem que podia ser hoje, bem que podia ser agora, um amor novinho em folha. Trimmm! Trimmm! É a sua mãe... (quem mais poderia ser?) Amor nenhum faz chamadas por telepatia. Amor não atende com hora marcada. Ele pode chegar antes do esperado e encontrar você numa fase "galinha", sem disposição para relacionamentos sérios. Ele passa batido e você nem aí. Ou pode chegar tarde demais e encontrar você desiludido da vida, desconfiado, cheio de olheiras. O amor dá meia-volta,volver. Por que o amor nunca chega na hora certa? Agora, por exemplo, que você está de banho tomado e camisa jeans? Agora que você está se achando bonito? Agora que você está empregado? Agora que você pintou o apartamento, ganhou um porta-retrato e começou a gostar de jazz? Agora que você está com o coração às moscas e morrendo de frio? O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. Você passa um ano inteiro hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga e mal repara em outro alguém que só tem olhos para você. Ou então, fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana, os seus amigos estão lá, azarando-se uns aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio numa locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar a pessoa que dará sentido à sua vida. O amor é como tesourinha de unha: nunca está onde a gente pensa. O jeito é direcionar o radar para norte, sul, leste e oeste. Seu amor pode estar no corredor de um supermercado, pode estar impaciente na fila de um banco, pode estar pechinchando numa livraria, pode estar cantarolando sozinho dentro de um carro. Pode estar aqui mesmo, no computador, dando o maior mole. O amor está em todos os lugares, talvez você não o procure direito. A primeira lição está dada: o amor é onipresente. Agora a segunda: o amor é imprevisível. Jamais espere ouvir "eu te amo" num jantar à luz de velas, no dia dos namorados. Ou receber flores logo após a primeira transa. O amor odeia clichês. Você vai ouvir "eu te amo" numa terça-feira, às quatro da tarde, depois de uma discussão, ou quando você menos esperar. E as flores vão chegar num dia qualquer apenas para informar-lhe como você é especial para alguém. Assim... sem um motivo ou data especial.
Postado por Melodi@ às 18:39:16
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Filhos... Filhos ? Melhor não tê-los ! Mas se não os temos Como sabê-lo ? Se não os temos Que de consulta Quanto silêncio Como os queremos ! Banho de mar Diz que é um porrete... Cônjuge voa Transpõe o espaço Engole água Fica salgada Se iodifica Depois, que boa Que morenaço Que a esposa fica ! Resultado: filho E então começa A aporrinhação: Cocô está branco Cocô está preto Bebe amoníaco Comeu botão. Filhos ? Filhos Melhor não tê-los Noites de insônia Cãs prematuras Prantos convulsos Meu Deus, salvai-o ! Filhos são o demo Melhor não tê-los... Mas se não os temos Como sabê-los ? Como saber Que macieza Nos seus cabelos Que cheiro morno Na sua carne Que gosto doce Na sua boca ! Chupam gilete Bebem xampu Ateiam fogo No quarteirão Porém, que coisa Que coisa louca Que coisa linda Que os filhos são ! (Vinicius de Moraes)
Postado por Melodi@ às 18:57:43
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Às vezes, fico me perguntando porque é tão difícil ser transparente... Costumamos acreditar que ser transparente é simplesmente ser sincero, não enganar os outros. Mas ser transparente é muito mais do que isso. É ter coragem de se expor, de ser frágil, de chorar, de falar do que sente... Ser transparente é desnudar a alma, é deixar cair as máscaras, baixar as armas, destruir muros...
Ser transparente é permitir que a doçura aflore, transborde... Mas, infelizmente, a maioria decide não correr esse risco. Preferimos a dureza da razão à leveza reveladora da fragilidade humana. Preferimos o nó na garganta às lágrimas que brotam da alma... Preferimos nos perder numa busca por respostas a simplesmente admitir que não sabemos nada e que temos medo! Por mais doloroso que seja ter de construir uma máscara que nos distancia cada vez mais de quem realmente somos, preferimos assim: manter uma imagem que nos dê a sensação de proteção.
E assim, vamos nos afundando em falsas palavras, atitudes, em falsos sentimentos... Com o passar dos anos, um vazio frio e escuro nos faz perceber que já não sabemos dar e nem pedir o que de mais precioso temos a compartilhar... A doçura, a compreensão de que todos nós sofremos, nos sentimos sós...
Uma saudade desesperada de nós mesmos, daquilo que pulsa e grita dentro de nós, mas que não temos coragem de mostrar... Porque aprendemos que isso é ser fraco, é ser bobo, é ser menos do que o outro! Quando, na verdade, agir com o coração, poupa a dor... Sugiro que deixemos explodir toda a doçura! Que consigamos não prender o choro, não conter a gargalhada, não esconder tanto o nosso medo, não desejar parecer tão invencíveis... Chega de tentar controlar tanto.... Responder tanto... Competir tanto... Tente simplesmente viver, sentir e amar.
Postado por Melodi@ às 14:47:56
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